Bolas, eu amo-te


Bolas, eu amo-te. Amo-te tanto.
Sabes porque é que sei disso? Porque todas as minhas acções diárias são feitas a pensar em ti. A cada movimento que faço imagino o que dirias ou pensarias se me visses. Preenches-me os sonhos, caraças. Lembras-te daquele dia em que te fiz rir como nunca antes tinha visto? Foi o som mais belo que alguma vez ouvi na vida. Quando estou triste, é ele que me anima. E quando te pões a colocar “gostos” nas minhas publicações? Merda, isso deixa-me em êxtase, pois sei que pensas em mim, por mais não sejam que breves segundos. Gosto de ti, caramba. Gosto de ti nos pormenores e sem intervalos. Pode ser assim? Deixa-me amar-te desta forma, entre o fogo cruzado de dois olhares e um inclinar da cabeça com um sorriso doce. Deixa-me desejar-te assim, nas entrelinhas de um destino inevitável. Deixa-me ser tonta apaixonada, louca sonhadora, amante solitária. Deixas? Chiça, como eu te amo!

Rita Furtado

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