Não consigo parar de pensar em ti...


Por mais que eu queira, por mais que eu tente, não consigo, fazes a minha cabeça andar às voltas, não sei o que fazer ou será que sei e tenho medo?

Entraste na minha vida muito discretamente e, como quem não queria nada, foste-te tornando cada vez mais até ao ponto de me deixares confuso com os meus próprios sentimentos.

Agora, pensando no que já passou, apercebo-me que havia sempre algo em comum em todos os momentos, fossem eles bons ou maus, tu estavas lá para mim, já eu, idiota não fiz o mesmo, errei várias vezes, umas por estupidez outras por... enfim, estupidez!

Mas mesmo assim não desististe de mim e hoje, depois de todas as nossas conversas, todas as nossas gargalhadas e todo o tempo que passámos juntos, estou assim sem saber o que fazer e a escrever estas palavras, na esperança de ganhar coragem para fazer o que quer que seja que tenha que ser feito.

Gosto de tudo em ti, desde o teu sorriso mais brilhante quando me vês ao mais escondido quando estás envergonhada, desde aqueles momentos em que só te ris e me fazes rir só de te ver assim até aos outros em que ficas com esses teus ciúmes especiais quando eu te falo de alguma rapariga.

Gosto de ti por seres diferente, especial, não és como a maior parte das raparigas de hoje em dia, tu gostas de ler, gostas de viajar, tens objetivos de vida, és determinada e nada nem ninguém te vai parar e isso, isso faz com que eu dia após dia goste cada vez mais da pessoa com quem passo o tempo.

Mas nunca é assim tão fácil, não é? Depois existem aqueles momentos em que pensas, será que sim? Será que é recíproco? Será que vai resultar, mesmo não sabendo o futuro dela? E se ela for estudar para uma cidade diferente? Como vai ser aí? O que dirão as outras pessoas?

Tantas perguntas e eu não consigo responder a nenhuma, apenas sei que não te quero magoar, aliás, voltar a magoar...

Sei que gosto de ti e que é contigo que eu quero estar neste momento, mas quando penso com a cabeça e não com o coração, torna-se mais complicado.

Estou neste dilema, será demasiado cedo? Ou espero e arrisco a que depois seja demasiado tarde?

Anónimo

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