As pessoas não são todas iguais... E ainda bem!

Felizmente apercebo-me de que nada é igual!

As pessoas não são as mesmas... E ainda bem.

Uns são pálidos, outros baços e outros coloridos. Mas de vez em quando lá encontro alguém que é iridescente.

Alguém que com tão pouco consegue ser tanto. Alguém que não me reinicia, mas que me faz rir sem se importar em querer mostrar ou provar nada para os outros. Alguém que me dá coragem para errar sem fraquejar. Não me julga e me abraça nos dias mais frios. Alguém que não espera por uma chamada minha para saber como estou. Alguém que me faz sentir mais eu e menos o outro. Alguém que me lê em voz alta sem medo de julgamentos.

Alguém que não me faz sentir culpada pelos meus passos cegos, mas que me faz sentir segura para continuar a minha caminhada. Alguém que me faz rir às gargalhadas (e olhem que não é difícil). Alguém que está disposto a estar comigo, não importa o dia, a hora e o lugar. Alguém que aprende a amar-me como ama a sua própria família. Alguém que valoriza o amor pelos pais. Afinal, eu quero ser mãe um dia.

Alguém que faz todo o impossível e inimaginável por mim. Alguém que, acima de tudo, está lá mesmo quando não está sol. Alguém que não critica o fato de eu ainda acreditar nas pessoas e que o mundo um dia pode ser como eu quero ser todos os dias: mais e melhor. Alguém que me ajuda a subir a árvore mais alta. Alguém que me respeita. Alguém que gosta de aspirar a casa e meter a roupa a estender (simmmmm!!!). Alguém que não se importa com a criança que mora em mim e me aceita sem me arrancar a essência.

Não é fácil encontrar alguém que não me faz sentir metade, mas sim o mundo.

Mas quando encontro...

Guardo-a na minha vida. Não a largo. Ando de mãos dadas sem precisar de aliança.

chez moi chez nous

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